O Racing Club, de Avellaneda, na Argentina, clube tradicional que já conquistou uma Copa Libertadores; no dia 23 de abril de 1997, mostrou ao mundo (e principalmente ao River Plate – adversário na ocasião) uma bandeira do tamanho de sua história. Medindo 187×40 metros, ela tapou todos os anéis do estádio “El Cilindro” na parte de trás do gol, com os dizeres “mas allá de la lógica, mas allá de la razón, te entrego mi vida y mi corazón”, “La Guardia Imperial” (nome da torcida) e se tornou a maior bandeira vista em um estádio de futebol em todo planeta.
Passados 12 anos, o título de “La bandera mas grande del mundo” se mantém, mas como tudo no futebol vira discussão, muitas torcidas alegam que seus bandeirões são maiores, mas a imagem, o espanto de ver algo que ninguém jamais havia conseguido ficará pra sempre na memória de quem presenciou, e de quem verá.
Pela grandiosidade, coloquei uma foto e um vídeo, na qual pode-se perceber o espanto do momento, contado por um narrador argentino.
A África foi e ainda vêm sendo devastada por doenças, mortes, guerras, fome. Este povo tão sofrido terá um breve momento de paz, na qual as atenções estarão voltadas para uma “simples” competição de futebol: a Copa do Mundo de 2010, que será realizada na África do Sul, um país peculiar aos olhos de um desinformado (este país possui um grande número de brancos).
As doenças, as mortes, a fome, as guerras irão continuar, mas a alegria que este povo viverá por cerca de um mês será inexplicável e deve servir de exemplo para os demais, mas também de alerta para os poderosos.
Algo que me chamou muita atenção (e confesso que me arrancou um largo sorriso) foi a alegria deste povo, que apesar de tudo o que passou, ainda tem forças para sorrir e festejar, como no treino da seleção brasileira, neste vídeo, uma matéria do JN, isso é mostrado de uma maneira formidável.
Muitos já tentaram explicar a sensação de marcar um golaço, de ver um golaço, de sofrer um golaço. São poucas as palavras que se aproximam de um sentimento que é inexplicável, quem nem a ciência pôde nos fazer entender.
Para quem o faz: um momento único, de glória e esplendor.
Para quem o vê: a boca totalmente aberta e os olhos arregalados dizem tudo.
Para quem o sofre: a mesma boca aberta e os olhos arregalados, mas com um olhar de admiração que ultrapassa a tristeza do gol sofrido.
É impossível fazer um vídeo com todos os golaços, sempre haverá alguém que lembre aquele ou daquele outro, mas aprecie este que encontrei.
Um gol faz com que muitos sentimentos sejam despejados sobre a tela da TV, ou no estádio, ou onde estiver o torcedor, seja a seu favor ou contra.
Quando o gol é perdido o sentimento é terrível, obscuro, e uma frase rapidamente surge “até a minha avó fazia esse gol”. Pois é, para o jogador que perde tal gol a vontade é de se esconder, fugir de todos.
Para o adversário, um suspiro e um “ufa” aparecem. Fantástico.
Achei um vídeo que ilustra bem isso, a frustração de quem perde e a tranquilidade de quem escapa.
O título do post faz uma associação com o tema do meu blog e o momento no qual eu faço meu primeiro post.
No finalzinho do prazo, não por ser relaxado, mas por falta de uma idéia concreta.
Dito isso, de uma só vez postarei tudo o que vim guardando até agora.